Imprensa

ana leeCD MINHA CIRANDA

LUA MUSIC

“The madonna of seduction. Ana Lee’s delicate touch is fatally addictive.

Her voice captivates from the first note. In the vast pantheon of Brazilian divas, only Gal Costa has had a similar effect on me. Ana Lee’s voice is clear and sweet, delicate and seductive, finely tuned and enveloping all at once.

As finely tuned as the voice are the singer’s instincts in selecting her repertoire. In her debut CD, she chose not to rehash the obvious or to pander to the easy listen. Instead, Ana Lee showcases new compositions by talented contemporary paulista songwriters whose work is laced with poetry or penetrating social commentary, and whose love songs are maturely contemplative”.
Daniella Thompson – In Daniella Thompson on Brazil.

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A voz delicada e os arranjos contidos, baseados num par de violões, dão uma unidade agradável ao  segundo CD de Ana Lee. Mas o repertório é irregular. As composições de Walter Garcia (“Choro  para Tom” e “Estudo sobre Caymmi”) se destacam com larga vantagem do restante. A faixa-título,  “Verão”, “TranscendenTAO” e “Tupi Tu És” -esta é uma das feitas pela própria cantora- são  outros bons momentos. POR QUE OUVIR: A elegância de canto e arranjos, somada à busca de um repertório original, fazem o disco merecer uma audição atenta.
(LUIZ FERNANDO VIANNA)

jornal-o-globo_7 Apesar do exagero de se gravar 19 faixas, Minha Ciranda, da cantora Ana Lee, é um trabalho autoral  cuidadoso, com boas canções, como a que dá nome ao disco, Fugace e Como Se o Mar Se Abrisse, sobre poema de Emily Dickinson. Uma voz suave para arranjos que primam pela simplicidade e pelo bom gosto.
Antônio Carlos Miguel – O GLOBO

 

tarikA Lee da China

De avô materno nascido em Cantão, China, Ana Lee americanizou o sobrenome quando morou nos EUA. Agora lança aqui Minha Ciranda (Lua Music), seu segundo disco, no qual assina várias composições. Entre elas, Esses Tempos, com Alexandre Lemos, Fugace e Tupitu És, ambas com Ricardo Corona, o mesmo parceiro do canto somali Waris Dirie. O violonista Walter Garcia participa em duas faixas de própria lavra, Choro Para Tom e Estudo sobre Cay mmi. Ainda há a colaboração de outros músicos, como o pianista Lincoln Antonio, do grupo A Barca, o saxofonista Ramiro Marques, do Quateto Saxofonia e a dupla central de violões, Brau Mendonça e Ozias Staluzza. JORNAL DO BRASIL

estado_de_minas_final Cantora de poetas.
O Estado de Minas

logo-correio-braziliense_1-jpg-554x318_q85_crop A cantora paulista Ana Lee tem bom tempo de estrada. Pena que o trabalho dela não repercuta tanto quanto merece sua bonita voz, limpa e segura. Quem ainda não a conhece tem boa oportunidade nesse Minha Ciranda, disco com caprichada produ&cc edil;ão da própria Ana e feito em grande parte de composições próprias e de autores pouco conhecidos como Ozias Stafuzza e Walter Garcia, embaladas em delicados arranjos que prevalecem violões e percussão.
Rosualdo Rodrigues – Correio Braziliense

gazeta-de-alagoas Ana Lee se revela uma agradável surpresa, ideal para desfrutar em dias de paz interior.
Gazeta de Alagoas

o-popular-goiania A voz intensa de Ana Lee passeia na mistura ousada de flautas, percussões e violões neste seu segundo trabalho. São 19 faixas, quase todas produzidas pela cantora. Lee mostra poemas musicados per ela, como do poeta e editor paranaense Ricardo Corona; do poeta, músico e compositor carioca Alexandre Lemos e da célebre poeta norte-americana Emily Dickinson, entre outros. Destaque para a música Estudo sobre Caymmi.
Caderno Magazine

blog-do-nordeste Aos violões de Brau Mendonça e Ozias Stafuzza e entre músicos como o baterista André Magalhães, a paulistana Ana Lee conduz parcerias com Ricardo Corona, Alexandre Lemos, Mário Montaut e Floriano Martins. Seu segundo CD traz outras belas canções de Guarabyra (“Nós nos amaremos”), Ozias e Etel Frota (“Verão”), Ozias (“TranscendenTao”), Sérgio Varkala e Alê Ayudarte (“Cordisburgo”), Brau e Mário Montaut (“Dulcinéia Amores”), Antonio Maria e João Pernambuco (“O Amor e a Rosa) e Walter Garcia (“Choro para Tom” e “Estudo sobre Caymmi).
Diário do Nordeste

acordes ANA LEE – Minha Ciranda – Lua Music – A cantora e compositora Ana Lee tem voz doce e marcante, e mostra enorme evolução e desenvoltura em relação ao disco de estreia, lançado há quatro anos. Em Minha Ciranda investe ainda mais no lado autoral, com temas liricamente ricos e melodicamente marcantes. Entre seus parceiros estão Mário Montaut (músico notável, diga-se), Ricardo Corona, Alexandre Lemos (um dos mais profícuos e talentosos compositores brasileiros contemporâneos) e Floriano Martins. Ela interpreta, ainda, canções de Ozias Stafuza, Walter Garcia e Guttamberg Guarabyra. Disco muito bonito, com temas marcantes como Minha Ciranda (Ozias Stafuza), Verão (Ozias Stafuza/Etel Frota), Nós nos Amaremos (Chão de Setembro) (Guarabyra), Todo (Ana Lee/Alexandre Lemos) e Dulcinéia Amores (Brau Mendonça/Mário Montaut). Leve, simples e delicado.
Blog Acordes – Por Toninho Spessoto

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CD ANA LEE

“Ana Lee é intérprete precisa, com timbre bonito e envolvente… de voz doce, que caminha com segurança e serenidade por todas as nuances, amarrando as canções com um fio delicado de requinte” (Toninho Spessoto – Jornal Movimento).

“A integridade do canto. Repertório valoriza a força poética das canções”
Rodrigo Browne – Jornal Gazeta do Povo – Curitiba – PR.

“Caprichado disco de estréia, música brasileira feita com elegância. (…)
Marcus Preto (revista da MTV, São Paulo).

“Cantando ora à capela, ora acompanhada apenas pelo baixo acústico em O Que Será – À Flor da Pele (Chico Buarque), Ana deixa evidente toda a beleza da voz e o domínio da técnica vocal. Mas a faixa é só o ponto de partida para um disco que chama a atenção pela delicadeza e sofisticação dos arranjos acústicos, em repertório bem equilibrado entre inéditas e regravações”
(Rosualdo Rodrigues – Correio Brasiliense – Distrito Federal)

“Ana Lee arrisca (e acerta) com uma pungente versão voz e baixo acústico para “O Que Será – À Flor da Pele”. Estréia promissora.
(Jornal O Tempo – BH – MG)

“O CD Ana Lee traz a voz doce e aguda da intérprete a serviço da MPB de Chico César, José Miguel Wisnik e de novos compositores como Lincoln Antonio.
Rodrigo Pereira (revista Veja São Paulo)”

“Uma das mais talentosas e promissoras cantoras atualidade: além da voz encantadora, Ana Lee mostrou, no disco de estréia que leva seu nome, muito bom gosto na escolha do repertório”.
(site Cantos Brasileiros)

PARTICIPAÇÕES

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Mário Montaut e Floriano Martins

Brincos do Mar e o Infinito…

Mário Montaut e Floriano Martins se aliam à talentosa Ana Lee em um disco, ou seria compilação de poemas musicais? O que importa é que as 17 canções são de transboradar a emoção, com letras cativantes e melodias perturbadoras. O talento da dupla é tanto, que até mesmo na hora de chamar um terceiro elemento a sua obra fizeram um acerto sem igual, Ana Lee desbanca várias “estrelas” renoadas da MPB com sua voz totalmente pura, sem pasteurização. Vale destacar as canções “Quero ser Tua Mulher”, “Agosto” e Poema Errante” – VISTO LIVRE